Sistema Biodata

📘 MANUAL DO CADASTRO DE CONVÊNIOS

novembro 17, 2025 - Manual do Biodata

ABA 1 – Dados Cadastrais

A aba Dados Cadastrais é o ponto de partida para a configuração de qualquer convênio no Biodata.
Nesta etapa são definidas todas as informações essenciais que determinam:

  • como o convênio será exibido na agenda,
  • como será impresso,
  • quais tabelas utilizará,
  • como funcionará no faturamento,
  • quais bloqueios serão aplicados,
  • e como o atendimento será reconhecido pelo sistema.

Um cadastro bem configurado nesta aba reduz glosas, agiliza o atendimento e garante que o faturamento flua corretamente.


🟦 1. Logo do Convênio

Permite anexar a imagem oficial do convênio.
A logo será exibida:

  • no agendamento,
  • na ficha de atendimento,
  • e em relatórios internos.

Recomendação: Sempre utilizar a logo oficial em boa resolução.
Exemplo: AMIL, UNIMED, GEAP, BRADESCO, CASSI.


🟦 2. Código

Código único do convênio dentro do sistema.
É gerado automaticamente pelo Biodata (auto incremento).
Não deve ser alterado.

Serve para:

  • organização interna,
  • rastreamento,
  • e relatórios técnicos.

🟦 3. Modo de Recebimento

Define como será o fluxo de cobrança do atendimento.

Opções disponíveis:

Convênio

Usado quando o atendimento deve ser faturado para a operadora via XML TISS ou lote manual.

Exemplos: AMIL, Unimed, Bradesco.


Particular

Atendimentos pagos diretamente pelo paciente.
Não gera arquivos XML ou fatura para operadora.

Exemplo: Consulta particular com emissão de recibo.


Cortesia

Indica que o atendimento é gratuito e não gera faturamento.

Exemplos:

  • Funcionários
  • Campanhas sociais
  • Protocolos internos

SUS

Modo especial com regras próprias de faturamento.


🟦 4. Descrição (Nome do Convênio)

Nome comercial que aparecerá:

  • na agenda,
  • na ficha de atendimento,
  • nos relatórios,
  • e no faturamento.

Exemplos:
“AMIL”, “UNIMED FORTALEZA”, “BRADESCO SAÚDE”.


🟦 5. Razão Social, CNPJ, Inscrições

Campos obrigatórios contendo os dados fiscais do convênio.

Usados em:

  • XML TISS,
  • guias impressas,
  • auditoria,
  • notas fiscais,
  • e relatórios administrativos.

Atenção: sempre copiar os dados exatamente como constam no contrato.


🟦 6. Contato, Site e E-mail

Informações úteis para comunicação com auditoria e representante do convênio.


🟦 7. Procedimentos

Define qual tabela de cobrança será utilizada para consultas e demais procedimentos.

Exemplos:

  • CBHPM 2012
  • TUSS
  • Tabela própria do convênio
  • Contrato interno da clínica

Impacto: Todos os valores de consulta e procedimento dependem dessa tabela.


🟦 8. Medicamentos

Define o padrão de códigos para medicamentos enviados no XML de faturamento.

Exemplos:

  • TUSS – Medicamentos
  • Tabela própria
  • SIMPRO

⚠ Se configurado incorretamente → XML rejeitado.


🟦 9. Taxas

Define a tabela padrão para cobrança de taxas hospitalares ou ambulatoriais.

Exemplos:

  • TABELA TAXA CASSI
  • TUSS – Taxas
  • Tabela contratual exclusiva

🟦 10. Materiais

Define o padrão de código utilizado para materiais no XML.

Exemplos:

  • TUSS – Materiais
  • Brasíndice
  • SIMPRO
  • Inventário próprio da clínica

🟦 11. Tag de Impressão de Saia (GEAP)

Usado exclusivamente para convênios como a GEAP, que utilizam um modelo específico de saia de faturamento.

Se não se aplica ao convênio, pode deixar vazio.


🟦 12. Valor Filme

Campo opcional utilizado principalmente em clínicas de imagem tradicionais.

Permite definir o valor cobrado por filme utilizado em um exame.


🟦 13. Dias Retorno Eletivo / Dias Retorno Emerg

Define a quantidade de dias que o paciente tem direito a retorno, conforme contrato.

Exemplo:

  • Dermatologia: retorno em até 30 dias
  • Clínicas gerais: 15 dias

Esses valores influenciam no módulo de agendamento e atendimentos.


🟦 14. Datas de Vigência do Contrato

  • Início do Contrato
  • Vencimento do Contrato

Campos utilizados para controle interno e auditoria.


🟦 15. Plano de Contas

Define o plano de contas financeiro padrão para os atendimentos desse convênio.

Exemplo mais comum:
Prestação de Serviço – Convênios

Garantirá que os valores sejam lançados corretamente no financeiro.


🟦 16. Alerta (Ficha de Atendimento)

Mensagem exibida para o usuário toda vez que o convênio for selecionado.

Ideal para regras operacionais.

Exemplos úteis:

  • “Exige autorização para exame de ressonância.”
  • “Apresentar carteira física do convênio.”
  • “Paciente com carência para consulta.”

Esse campo diminui erros na recepção.


🟦 17. Grupo Convênio

Permite classificar o convênio em um grupo para relatórios e filtros.

Exemplos comuns:

  • Convênios Particulares
  • Convênios Empresariais
  • Convênios Privados
  • Convênios SUS

🟦 18. Chaves de Comportamento e Regras Operacionais

Esses são os campos mais importantes para a rotina do faturamento e comportamento do convênio.


Convênio apenas para Solicitação de Exame e Cirurgia

Quando ativado:

  • O convênio NÃO aparece para consultas ou exames
  • É exibido somente no consultório médico
  • Usado para imprimir guias TISS de solicitação
  • Não gera faturamento

Exemplo:
Convênios corporativos que só cobrem autorizações, não consultas.


Informar Procedimento na Agenda

Agenda exibe o nome do procedimento escolhido.

Exemplo:
Consultas de:

  • Pré-natal
  • Retorno
  • Procedimento ambulatorial

Apresentar valor do procedimento (impressão ficha)

Quando essa opção está ativada, o valor da consulta/exame aparece impresso na ficha de atendimento do paciente.

  • Não altera o valor de cobrança, apenas exibe ou oculta o valor na ficha impressa.
  • É uma configuração visual, não de faturamento.

Quando é recomendado desativar?

  • Em convênios onde o paciente não deve ver o valor que será cobrado da operadora.
  • Quando a clínica prefere que o valor apareça apenas em relatórios internos e na fatura, não na ficha do paciente.

Quando pode ser útil ativar?

  • Atendimentos particulares, em que a ficha é usada como comprovante simples.
  • Clínicas que desejam mostrar o valor para transparência com o paciente.

👉 Resumo:

  • Ligado → valor aparece na ficha.
  • Desligado → ficha mostra apenas dados do atendimento, sem valor.

Não listar agenda Web/WhatsApp

Oculta o convênio do:

  • Agendamento online
  • Chatbot
  • WhatsApp

Quando usar:
Convênios que exigem autorização prévia.


Não entregar Laudo Web

Bloqueia entrega de laudos para o paciente no portal online.

Exemplo:
Convênio exige retirada presencial do laudo.


Não Faturar Exames Pendentes (exclusivo laboratório)

Impede que o atendimento entre na fatura se ainda há:

  • material não entregue
  • exame não coletado

Evita glosa por “serviço não realizado”.


Não Faturar Sem Laudo (exclusivo laboratório)

Atendimentos só entram na fatura se o laudo estiver lançado.

Evita glosa por “exame sem resultado”.


Não Retirar Pendência Lab.

Bloqueia ação manual de retirar pendência quando:

  • convênio exige entrega do material na mesma competência.

🟦 19. Local Externo

Se preenchido:

  • todas as solicitações de cirurgia enviadas pelo consultório utilizarão automaticamente esse local como hospital ou centro cirúrgico.
  • O médico não pode alterar.

Exemplo real:
Cirurgias da Amil são sempre executadas no “Hospital São Domingos”.


🟦 20. Qtd. Exame Guia

Define o número máximo de exames que podem constar em uma única guia.

Exemplos:

  • Amil: até 10 exames
  • Unimed: até 5 exames

Se exceder → o sistema exige nova guia.


🟦 21. Qtd. Guia Lote

Define quantas guias podem compor um único lote XML TISS.

Exemplos:

  • Convênio aceita até 500 guias
  • Outro aceita apenas 100

Se ultrapassar → o Biodata cria um novo lote automaticamente.


🟦 22. Interface com Laboratório Externo

✔ Plataforma

Laboratório integrado (ex.: Dasa, Sabin, Fleury, etc.).

✔ Código Interface

Código fornecido pelo laboratório.


🟦 23. Interface com Web Service

✔ Elegibilidade

Consulta se o paciente está ativo no convênio.

✔ Solicitação de Procedimento

Permite enviar pedido para autorização diretamente pelo sistema.


🟦 24. Endereço do Convênio

Dados completos para impressão, TISS e relatórios.


🟦 Conclusão da Aba 1

A aba Dados Cadastrais define os aspectos mais importantes do convênio.
Se bem preenchida, evita:

  • erros no atendimento,
  • guias mal preenchidas,
  • laudos não entregues,
  • XML rejeitado,
  • e glosas desnecessárias.

Ela deve ser preenchida com atenção e sempre de acordo com o contrato da operadora.


📘 ABA 2 – Regras TISS

A aba Regras TISS concentra todas as configurações necessárias para que as guias TISS sejam impressas e enviadas corretamente ao convênio, seguindo os padrões exigidos pela ANS.

Aqui são definidos:

  • validações obrigatórias,
  • comportamento da numeração,
  • regras de impressão,
  • padrões de cabeçalho,
  • documentos de solicitantes e executantes,
  • e controles essenciais para evitar glosas.

🟦 1. Chaves de Comportamento TISS (lado esquerdo)


Repetir Nº de Senha para Nº de Guia

Copia automaticamente o número da senha de autorização para o campo número da guia.

Útil para convênios cuja numeração da guia é idêntica ao número da senha.


Exigir Número de Guia

Bloqueia o faturamento e o atendimento caso a guia não tenha um número preenchido.


Exigir Número da Carteira

Obrigatório para convênios que utilizam matrícula ou número de identificação como chave principal no TISS.


Termo ANEXO para Solicitante e Beneficiário SADT

Esse recurso substitui a necessidade do carimbo “ANEXO” nas guias impressas.

Funcionamento:

  • Quando a guia original está anexada ao atendimento, normalmente se carimba “ANEXO” na guia impressa.
  • Com essa opção ativada, o Biodata imprime automaticamente a guia contendo o termo ANEXO, dispensando o carimbo manual.

Garantia de conformidade para convênios que exigem anexação.


Não Replicar Nº de Guia para Nº Operadora

Impede que o número interno da guia seja reutilizado como número da operadora.
Convênios que geram numeração própria exigem essa opção ativada.


Guia SADT para Consulta

Permite utilizar o modelo de Guia SADT também em casos de consulta, quando o convênio adota guia única para atendimento ambulatorial.


Ocultar Valores nas Guias

Remove valores dos procedimentos na impressão da guia.
Útil quando o convênio não permite que o paciente visualize valores contratuais.


Criticar Guia Repetida

Impede guias duplicadas com o mesmo número.

Evita glosa por “guia já utilizada” ou rejeição no XML.


🟦 2. Regras TISS Adicionais (lado direito)


Exige Número de Senha

Exige obrigatoriamente que o atendimento possua um número de senha/autorização.

Ao clicar na engrenagem, é possível configurar em quais tipos de atendimento essa exigência se aplica.


Exige Número de Guia Principal

Quando habilitado, o sistema traz automaticamente para a guia de exames o número da guia de consulta anterior.

Ideal para convênios que trabalham com “guia mãe” e “guias filhas”.


Exige Validade Carteira

Bloqueia o atendimento se a carteira estiver vencida.


Editar Valor de Procedimento na Fatura

Permite ajustes manuais de valores diretamente na fatura, sem alterar a tabela do convênio.


Editar Valor de OPME na Fatura

Permite ajuste manual do valor dos itens de OPME diretamente na fatura.


Obrigar Local Ext. SADT

Exige que o local de realização do exame esteja sempre preenchido na guia SADT.


Agrupar Procedimentos (Impressão)

Agrupa procedimentos iguais na impressão da guia.

Exemplo:
3 sessões de Fisioterapia Fisioterapia (3 unidades).

✔ Permitido apenas para:

  • Outras Terapias (03)
  • Pequeno Atendimento (13)
  • Exames (23)

Agrupar Procedimentos (XML)

Agrupa os procedimentos repetidos também dentro do XML enviado ao convênio.


🟦 3. Materiais e Medicamentos (lateral direita)

✔ Quantidade de Dígitos do Código

Define quantos dígitos o código TUSS deve ter. O sistema completa automaticamente com zeros à esquerda, se necessário.

✔ Prefixo TISS Brasíndice

Prefixo obrigatório para códigos Brasíndice quando o convênio exige.

✔ Prefixo TISS Simpro

Mesmo conceito para códigos SIMPRO.


🟦 4. Cabeçalho da Guia

✔ Identificação da Fonte Pagadora

Escolha o tipo de identificação:

  • Registro ANS (mais utilizado)
  • CNPJ

O número deve ser fiel ao contrato.


✔ Origem

Define se a origem das informações é:

  • CNPJ
  • CPF
  • Código Prestador Operadora

✔ Destino (Registro ANS)

Código ANS da operadora ou unidade de destino.


✔ Empresa Credenciada

Permite vincular o convênio à matriz ou filial do prestador.


🟦 5. Configurações Técnicas TISS


Qtd. Dígitos Matrícula

Define a quantidade exata de dígitos permitida para o número da carteira do paciente.
O sistema não aceitará números com mais ou menos dígitos do que o configurado, garantindo conformidade com o padrão exigido pelo convênio.


Código Credenciado

É o código da clínica junto ao convênio, usado no XML e na guia TISS.

Aprimoramento via engrenagem:
Ao clicar na engrenagem, é possível informar códigos de credenciado diferentes para:

  • tipos específicos de Entrada,
  • tipos de Atendimento,
  • ou tipos específicos de Procedimento.

Exemplo:
O convênio pode exigir um código de credenciado para SADT e outro para internamento.


Nº Registro ANS

Registro da operadora na ANS.


Versão Padrão

Versão da TISS utilizada (ex.: 4.01.00).


Tabela TISS Proced / Tabela TISS Taxa

Define o código da tabela de procedimentos e de taxas que será informado na guia TISS e no XML de faturamento, conforme o padrão exigido pela operadora.

Ao selecionar uma opção da lista (ex.: Tabela de Procedimento, Tabela Brasíndice, Tabela Própria de Taxas Hospitalares), o Biodata grava o código correspondente da tabela exatamente como o convênio espera receber.


Máscara de Guia / Máscara Guia Principal

Define o padrão de numeração automática.

Exemplo:

  • 000000-00
  • XX-000000

🟦 6. Documentos dos Profissionais

✔ Documentos Executantes

Documento do profissional que executa o procedimento.

Opções disponíveis:

  • CRM
  • CPF
  • Código de Prestador Operadora

✔ Documentos Solicitantes

Documento do profissional solicitante.

Opções possíveis:

  • CRM
  • CPF
  • CNPJ
  • Código de Prestador Operadora

Ao clicar na engrenagem, é possível definir qual documento usar de acordo com o tipo de profissional.


✔ Padrão para Posição Profissional

Define o tipo de profissional executante padrão (ex.: Clínico, Cirurgião, Anestesista).


🟦 7. Coparticipação

A coparticipação define qual parte do valor do atendimento será paga pelo paciente e qual parte será enviada ao convênio.

Exemplo prático:
Se um procedimento custa R$ 1.000,00 e o convênio exige 20% de coparticipação, o Biodata calculará automaticamente:

  • R$ 200,00 → gerado no contas a receber do paciente
  • R$ 800,00 → enviado ao convênio no XML/fatura

O sistema recalcula item a item (procedimentos, taxas, materiais e medicamentos), distribuindo os valores proporcionalmente entre paciente e convênio, garantindo que a divisão respeite exatamente as regras configuradas.


Quando a coparticipação começa a valer?

Ao gerar o atendimento, é possível definir a partir de quantos dias a coparticipação deve ser aplicada.

  • Se você informar 0 dias, a coparticipação é imediata.
  • Se definir, por exemplo, 30 dias, então somente após esse prazo os lançamentos entrarão com coparticipação.

Todos os itens realizados antes do prazo configurado serão cobrados 100% do valor para o convênio, sem dividir com o paciente.

Tabela de Exemplo – Distribuição da Coparticipação

Configuração:

  • Valor do atendimento: R$ 1.000,00
  • Coparticipação do paciente: 20%
  • Coparticipação do convênio: 80%
ItemValor Total% PacienteValor Paciente% ConvênioValor Convênio
ConsultaR$ 300,0020%R$ 60,0080%R$ 240,00
Exame – HemogramaR$ 150,0020%R$ 30,0080%R$ 120,00
TaxasR$ 50,0020%R$ 10,0080%R$ 40,00
Material – AgulhaR$ 20,0020%R$ 4,0080%R$ 16,00
Medicamento – DipironaR$ 80,0020%R$ 16,0080%R$ 64,00
TotaisR$ 600,0020%R$ 120,0080%R$ 480,00

Obs.: A tabela é apenas ilustrativa. Na prática, o sistema recalcula cada item automaticamente conforme as regras do convênio.


🟦 8. Numeração Automática de Guias

Para cada tipo de atendimento, é possível definir:

  • faixa de numeração (De/A)
  • número atual
  • se gera numeração automática ou não

Tipos:

  • Regra Geral
  • Consulta
  • Exame
  • Pequeno Atendimento
  • Internação

Isso garante compatibilidade com convênios que exigem faixas distintas de numeração.


🟦 Aba 3 – Brasíndice / Simpro

Nesta aba são configuradas as tabelas de referência para cálculo de valores de medicamentos e materiais, utilizadas no faturamento conforme as regras do convênio.

O Biodata permite selecionar uma das seguintes opções:


🧪 1. Brasíndice

O Brasíndice é uma tabela amplamente utilizada por hospitais, clínicas e operadoras de saúde para precificação de medicamentos e materiais.
Ela fornece:

  • PMC – Preço Máximo ao Consumidor
  • PFB – Preço de Fábrica (valor base para negociação)
  • Atualização periódica dos valores
  • Códigos padronizados por item comercial

É usada principalmente por convênios que exigem cálculo baseado no PMC, PFB ou regras de desconto sobre essas colunas.


🧪 2. Simpro

O Simpro é outra tabela de referência nacional utilizada pela área hospitalar.
Ela padroniza valores e códigos para:

  • Materiais hospitalares
  • Órteses e próteses
  • Produtos médicos em geral

O Simpro costuma ser exigido por convênios que seguem regra baseada no PFB da tabela Simpro.


🧪 3. Nenhuma

Essa opção é usada quando:

  • O convênio não utiliza Brasíndice ou Simpro
  • O cálculo de materiais ou medicamentos é baseado somente em tabelas próprias do convênio
  • O valor é definido diretamente no cadastro do produto

🟦 Configurações principais da aba

Tabela Medicamento / Tabela Material

Seleciona qual tabela será utilizada para cálculo.


🧪 Configurações para Brasíndice

Aqui é possível definir como o sistema deve usar os valores do Brasíndice:

  • Medicamentos: escolher PMC ou PFB e o percentual aplicado.
  • Materiais hospitalares: semelhante ao cálculo de medicamentos.
  • Soluções Parenterais: regra específica para esses produtos.
  • Opção “Utilizar PFB para PMC zerado”: quando o PMC do item for igual a zero, o sistema usa automaticamente o valor do PFB.
  • Utilizar Código TISS quando não houver código TUSS – útil quando o material não tem código TUSS, permitindo que o XML seja aceito pela operadora.

🧪 Configurações para Simpro

  • Seleciona o percentual aplicado sobre o PFB da tabela Simpro.
  • Utilizar Código TISS quando não houver código TUSS – útil quando o material não tem código TUSS, permitindo que o XML seja aceito pela operadora.

🧪 Aplicar % sobre MATERIAL sem relação

Essa opção permite aplicar um percentual sobre o custo médio do material quando ele não possuir código na tabela configurada (Brasíndice ou Simpro).

✔ Exemplo prático:
Um material que não existe no Brasíndice → o sistema usa o custo médio do produto e aplica o percentual configurado para calcular seu valor no atendimento/fatura.


🧪 Aplicar % sobre MEDICAMENTO sem relação

Mesmo funcionamento da opção anterior, porém aplicado aos medicamentos.

✔ Exemplo:
Medicamento sem código válido no Simpro → o sistema calcula:
Valor = custo médio × percentual configurado


🧪 Lista de Produtos (Personalização por Grupo)

Além das regras gerais, é possível configurar um percentual sobre o custo médio para grupos específicos de produtos.

Isso permite:

  • Aplicar valores diferenciados para “Medicamentos”, “Materiais”, “OPM”, etc.
  • Criar regras personalizadas mesmo quando esses itens não possuem código nas tabelas Brasíndice/Simpro.

✔ Exemplo configurado na imagem:
Grupo: Medicamentos → Percentual: 14%
Todos os medicamentos desse grupo terão o valor calculado como:
custo médio × 14%, quando não houver código de relação.