A aba Dados Cadastrais é o ponto de partida para a configuração de qualquer convênio no Biodata.
Nesta etapa são definidas todas as informações essenciais que determinam:
Um cadastro bem configurado nesta aba reduz glosas, agiliza o atendimento e garante que o faturamento flua corretamente.
Permite anexar a imagem oficial do convênio.
A logo será exibida:
Recomendação: Sempre utilizar a logo oficial em boa resolução.
Exemplo: AMIL, UNIMED, GEAP, BRADESCO, CASSI.
Código único do convênio dentro do sistema.
É gerado automaticamente pelo Biodata (auto incremento).
Não deve ser alterado.
Serve para:
Define como será o fluxo de cobrança do atendimento.
Usado quando o atendimento deve ser faturado para a operadora via XML TISS ou lote manual.
Exemplos: AMIL, Unimed, Bradesco.
Atendimentos pagos diretamente pelo paciente.
Não gera arquivos XML ou fatura para operadora.
Exemplo: Consulta particular com emissão de recibo.
Indica que o atendimento é gratuito e não gera faturamento.
Exemplos:
Modo especial com regras próprias de faturamento.
Nome comercial que aparecerá:
Exemplos:
“AMIL”, “UNIMED FORTALEZA”, “BRADESCO SAÚDE”.
Campos obrigatórios contendo os dados fiscais do convênio.
Usados em:
⚠ Atenção: sempre copiar os dados exatamente como constam no contrato.
Informações úteis para comunicação com auditoria e representante do convênio.
Define qual tabela de cobrança será utilizada para consultas e demais procedimentos.
Exemplos:
Impacto: Todos os valores de consulta e procedimento dependem dessa tabela.
Define o padrão de códigos para medicamentos enviados no XML de faturamento.
Exemplos:
⚠ Se configurado incorretamente → XML rejeitado.
Define a tabela padrão para cobrança de taxas hospitalares ou ambulatoriais.
Exemplos:
Define o padrão de código utilizado para materiais no XML.
Exemplos:
Usado exclusivamente para convênios como a GEAP, que utilizam um modelo específico de saia de faturamento.
Se não se aplica ao convênio, pode deixar vazio.
Campo opcional utilizado principalmente em clínicas de imagem tradicionais.
Permite definir o valor cobrado por filme utilizado em um exame.
Define a quantidade de dias que o paciente tem direito a retorno, conforme contrato.
Exemplo:
Esses valores influenciam no módulo de agendamento e atendimentos.
Campos utilizados para controle interno e auditoria.
Define o plano de contas financeiro padrão para os atendimentos desse convênio.
Exemplo mais comum:
Prestação de Serviço – Convênios
Garantirá que os valores sejam lançados corretamente no financeiro.
Mensagem exibida para o usuário toda vez que o convênio for selecionado.
Ideal para regras operacionais.
Exemplos úteis:
Esse campo diminui erros na recepção.
Permite classificar o convênio em um grupo para relatórios e filtros.
Exemplos comuns:
Esses são os campos mais importantes para a rotina do faturamento e comportamento do convênio.
Quando ativado:
Exemplo:
Convênios corporativos que só cobrem autorizações, não consultas.
Agenda exibe o nome do procedimento escolhido.
Exemplo:
Consultas de:
Quando essa opção está ativada, o valor da consulta/exame aparece impresso na ficha de atendimento do paciente.
Quando é recomendado desativar?
Quando pode ser útil ativar?
👉 Resumo:
Oculta o convênio do:
Quando usar:
Convênios que exigem autorização prévia.
Bloqueia entrega de laudos para o paciente no portal online.
Exemplo:
Convênio exige retirada presencial do laudo.
Impede que o atendimento entre na fatura se ainda há:
Evita glosa por “serviço não realizado”.
Atendimentos só entram na fatura se o laudo estiver lançado.
Evita glosa por “exame sem resultado”.
Bloqueia ação manual de retirar pendência quando:
Se preenchido:
Exemplo real:
Cirurgias da Amil são sempre executadas no “Hospital São Domingos”.
Define o número máximo de exames que podem constar em uma única guia.
Exemplos:
Se exceder → o sistema exige nova guia.
Define quantas guias podem compor um único lote XML TISS.
Exemplos:
Se ultrapassar → o Biodata cria um novo lote automaticamente.
Laboratório integrado (ex.: Dasa, Sabin, Fleury, etc.).
Código fornecido pelo laboratório.
Consulta se o paciente está ativo no convênio.
Permite enviar pedido para autorização diretamente pelo sistema.
Dados completos para impressão, TISS e relatórios.
A aba Dados Cadastrais define os aspectos mais importantes do convênio.
Se bem preenchida, evita:
Ela deve ser preenchida com atenção e sempre de acordo com o contrato da operadora.
A aba Regras TISS concentra todas as configurações necessárias para que as guias TISS sejam impressas e enviadas corretamente ao convênio, seguindo os padrões exigidos pela ANS.
Aqui são definidos:
Copia automaticamente o número da senha de autorização para o campo número da guia.
Útil para convênios cuja numeração da guia é idêntica ao número da senha.
Bloqueia o faturamento e o atendimento caso a guia não tenha um número preenchido.
Obrigatório para convênios que utilizam matrícula ou número de identificação como chave principal no TISS.
Esse recurso substitui a necessidade do carimbo “ANEXO” nas guias impressas.
Funcionamento:
Garantia de conformidade para convênios que exigem anexação.
Impede que o número interno da guia seja reutilizado como número da operadora.
Convênios que geram numeração própria exigem essa opção ativada.
Permite utilizar o modelo de Guia SADT também em casos de consulta, quando o convênio adota guia única para atendimento ambulatorial.
Remove valores dos procedimentos na impressão da guia.
Útil quando o convênio não permite que o paciente visualize valores contratuais.
Impede guias duplicadas com o mesmo número.
Evita glosa por “guia já utilizada” ou rejeição no XML.
Exige obrigatoriamente que o atendimento possua um número de senha/autorização.
Ao clicar na engrenagem, é possível configurar em quais tipos de atendimento essa exigência se aplica.
Quando habilitado, o sistema traz automaticamente para a guia de exames o número da guia de consulta anterior.
Ideal para convênios que trabalham com “guia mãe” e “guias filhas”.
Bloqueia o atendimento se a carteira estiver vencida.
Permite ajustes manuais de valores diretamente na fatura, sem alterar a tabela do convênio.
Permite ajuste manual do valor dos itens de OPME diretamente na fatura.
Exige que o local de realização do exame esteja sempre preenchido na guia SADT.
Agrupa procedimentos iguais na impressão da guia.
Exemplo:
3 sessões de Fisioterapia → Fisioterapia (3 unidades).
✔ Permitido apenas para:
Agrupa os procedimentos repetidos também dentro do XML enviado ao convênio.
Define quantos dígitos o código TUSS deve ter. O sistema completa automaticamente com zeros à esquerda, se necessário.
Prefixo obrigatório para códigos Brasíndice quando o convênio exige.
Mesmo conceito para códigos SIMPRO.
Escolha o tipo de identificação:
O número deve ser fiel ao contrato.
Define se a origem das informações é:
Código ANS da operadora ou unidade de destino.
Permite vincular o convênio à matriz ou filial do prestador.
Define a quantidade exata de dígitos permitida para o número da carteira do paciente.
O sistema não aceitará números com mais ou menos dígitos do que o configurado, garantindo conformidade com o padrão exigido pelo convênio.
É o código da clínica junto ao convênio, usado no XML e na guia TISS.
Aprimoramento via engrenagem:
Ao clicar na engrenagem, é possível informar códigos de credenciado diferentes para:
Exemplo:
O convênio pode exigir um código de credenciado para SADT e outro para internamento.
Registro da operadora na ANS.
Versão da TISS utilizada (ex.: 4.01.00).
Define o código da tabela de procedimentos e de taxas que será informado na guia TISS e no XML de faturamento, conforme o padrão exigido pela operadora.
Ao selecionar uma opção da lista (ex.: Tabela de Procedimento, Tabela Brasíndice, Tabela Própria de Taxas Hospitalares), o Biodata grava o código correspondente da tabela exatamente como o convênio espera receber.
Define o padrão de numeração automática.
Exemplo:
Documento do profissional que executa o procedimento.
Opções disponíveis:
Documento do profissional solicitante.
Opções possíveis:
Ao clicar na engrenagem, é possível definir qual documento usar de acordo com o tipo de profissional.
Define o tipo de profissional executante padrão (ex.: Clínico, Cirurgião, Anestesista).
A coparticipação define qual parte do valor do atendimento será paga pelo paciente e qual parte será enviada ao convênio.
Exemplo prático:
Se um procedimento custa R$ 1.000,00 e o convênio exige 20% de coparticipação, o Biodata calculará automaticamente:
O sistema recalcula item a item (procedimentos, taxas, materiais e medicamentos), distribuindo os valores proporcionalmente entre paciente e convênio, garantindo que a divisão respeite exatamente as regras configuradas.
Ao gerar o atendimento, é possível definir a partir de quantos dias a coparticipação deve ser aplicada.
Todos os itens realizados antes do prazo configurado serão cobrados 100% do valor para o convênio, sem dividir com o paciente.
Configuração:
| Item | Valor Total | % Paciente | Valor Paciente | % Convênio | Valor Convênio |
|---|---|---|---|---|---|
| Consulta | R$ 300,00 | 20% | R$ 60,00 | 80% | R$ 240,00 |
| Exame – Hemograma | R$ 150,00 | 20% | R$ 30,00 | 80% | R$ 120,00 |
| Taxas | R$ 50,00 | 20% | R$ 10,00 | 80% | R$ 40,00 |
| Material – Agulha | R$ 20,00 | 20% | R$ 4,00 | 80% | R$ 16,00 |
| Medicamento – Dipirona | R$ 80,00 | 20% | R$ 16,00 | 80% | R$ 64,00 |
| Totais | R$ 600,00 | 20% | R$ 120,00 | 80% | R$ 480,00 |
Obs.: A tabela é apenas ilustrativa. Na prática, o sistema recalcula cada item automaticamente conforme as regras do convênio.
Para cada tipo de atendimento, é possível definir:
Tipos:
Isso garante compatibilidade com convênios que exigem faixas distintas de numeração.
Nesta aba são configuradas as tabelas de referência para cálculo de valores de medicamentos e materiais, utilizadas no faturamento conforme as regras do convênio.
O Biodata permite selecionar uma das seguintes opções:
O Brasíndice é uma tabela amplamente utilizada por hospitais, clínicas e operadoras de saúde para precificação de medicamentos e materiais.
Ela fornece:
É usada principalmente por convênios que exigem cálculo baseado no PMC, PFB ou regras de desconto sobre essas colunas.
O Simpro é outra tabela de referência nacional utilizada pela área hospitalar.
Ela padroniza valores e códigos para:
O Simpro costuma ser exigido por convênios que seguem regra baseada no PFB da tabela Simpro.
Essa opção é usada quando:
Seleciona qual tabela será utilizada para cálculo.
Aqui é possível definir como o sistema deve usar os valores do Brasíndice:
Essa opção permite aplicar um percentual sobre o custo médio do material quando ele não possuir código na tabela configurada (Brasíndice ou Simpro).
✔ Exemplo prático:
Um material que não existe no Brasíndice → o sistema usa o custo médio do produto e aplica o percentual configurado para calcular seu valor no atendimento/fatura.
Mesmo funcionamento da opção anterior, porém aplicado aos medicamentos.
✔ Exemplo:
Medicamento sem código válido no Simpro → o sistema calcula:
Valor = custo médio × percentual configurado
Além das regras gerais, é possível configurar um percentual sobre o custo médio para grupos específicos de produtos.
Isso permite:
✔ Exemplo configurado na imagem:
Grupo: Medicamentos → Percentual: 14%
Todos os medicamentos desse grupo terão o valor calculado como:
custo médio × 14%, quando não houver código de relação.